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sábado, 14 de dezembro de 2013

Capitulo 19

-Eu não acredito que você fez isso. –Disse Ashley colocando a caneca de porcelana com chocolate-quente na mesa com força.
-Vai quebrar mesmo? –Perguntou Zac sem jeito, pois o barulho havia chamado à atenção de algumas pessoas que estavam na cafeteria. –Eu não entendo o teu espanto. Eu te falei que não iria me comprometer até ela se divorciar.
-Agora eu entendo o porquê dela não ter retornado as minhas ligações nesses quatro dias. Eu deveria acabar com você.
-O que foi que eu fiz?
-Ela deve está pensando que eu fiz de propósito.
-Ela não é assim. Deve está chateada, mas ela não julga desse modo. Ela deve está tentando por os pensamentos em ordem, sem a intervenção de ninguém.
-Cale a boca. Primeiro o Scott, agora você? Eu não me meto na vida dela como vocês dizem, eu apenas me preocupo com o bem estar dela.
-Dê tempo ao tempo. Ela vai te ligar.
-Até a Miley ficou meio estranha comigo esses dias. Ela está mais próxima da Vanessa e distante das meninas e de mim.
-O AMA é nesse domingo, ela está se preparando, afinal, vai se apresentar. Você só conseguiu folga hoje então não reclame delas estarem afastadas.
-Eu estou trabalhando no meu álbum.
-Elas sabem disso e como você está sobrecarregada, elas estão cuidando da vida delas e fazendo o trabalho delas.
-O que é que você sabe?
-Eu conversei com a Miley e ela me disse isso.
-Hm. E o que ela comentou sobre a Vanessa?
-Aparentemente, ela está se reaproximando do marido. –Respondeu antes de mostrar um sorriso falso. –Você estava errada.
-Eu não estava errada. Ela só quer essa aproximação por que o idiota aqui –apontou pra ele –deu um chute nela.
-Eu diria um choque de realidade.
-Engraçadinho.



-O fato é: Ela ainda está casada e quer continuar assim.
-A culpa é toda sua, Zac. Ninguém gosta de pessoas muito moralistas.
-Prefiro ser um moralista do que o amante.
-Desisto de conversar com você sobre isso.
-Agradeço o favor. –Disse bebendo um pouco de café. –E as coisas com o Scott, como vão?
-De mal a pior. Minha mãe disse que isso é normal por culpa do casamento e todos as responsabilidades novas que são adquiridas como a casa nova, lua-de-mel, o buffet, os convites, etc etc. Eu só queria que tudo acabasse logo e pular para a parte em que rimos das frustrações e das discussões bobas e desnecessárias.
-Tudo vai se resolver. –Pegou na mão dela.
-Eu espero.
-E como vai a história da traição? Pararam de te ligar?
-Quem me dera. Hoje mesmo me ligaram dizendo que até a Vanessa tinha se afastado de mim por isso. É patético.
-Você deveria ter acionado a polícia há muito tempo.
-Eu já tenho tantos problemas, não preciso de mais um.
-Seja sincera, Tizz: Você acredita?
-As vezes sim, as vezes não. Eu estou tão confusa e sobrecarregada. Depois do AMA, vou para um SPA, por que temo pela minha sanidade.
-Acho uma ótima ideia. –Sorriu.


-Senhor Crawford, aqui estão os papéis que me pediu. –Disse Victoria entrando na sala dele. –Ah, desculpe. Eu não sabia que o sr estava ocupado.
-Não tem problema. Deixa eu te apresentar, esse é Chris Crawford, meu papai. –Falou debochado.
-É um prazer conhecê-lo. –Disse Victoria estendendo a mão.
-Igualmente, querida. Quantos anos você tem?
-Chris, não comece. –Disse Chace irritando-se.
-Tenho vinte e quatro, sr. –Respondeu sem entender o por que da pergunta.
-Está vendo, Chace? Não é difícil encontrar uma mulher bonita com a idade correta. Ainda não entendo o porque de continuar casado com aquela...
-Você quer realmente recomeçar essa discussão? Achei que já havia deixado bem claro que o meu relacionamento com Vanessa não é da sua conta, nem da Dana e muito menos da idiota da Candice.
-Não fale assim da sua irmã. Nós apenas queremos o melhor para você.
-Vocês querem meu dinheiro. Escuta bem, Chris. Se um dia eu precisar de conselhos amorosos, você será a última pessoa a quem eu vou consultar. Com que moral você quer criticar meu casamento se o seu com a Dana foi uma total farsa?
-Eu estou de saída, com licença. –Disse Victoria indo em direção a porta.
-Não, não é você quem deve sair. É ele. –Insinuou para o pai. –Saia da minha empresa.
-Eu vou meu filho, mas por que tenho uma reunião de negócios. Te esperamos para jantar...
-Eu não vou. –Interrompeu-o. –Vocês só querem falar mal da minha esposa e eu não vou sair do conforto da minha casa para ouvir desaforos. Perdeu seu tempo vindo aqui.
-Bom, o convite eu fiz. Se mudar de ideia...
-Adeus, Chris. –Assim que a porta foi fechada, ele suspirou.




-Sr, eu realmente não queria interromper nada. –Disse Victoria desculpando-se mais uma vez.
-Você não interrompeu nada. Me fez um favor, na verdade.
-Desculpe a intromissão, mas a relação de vocês foi sempre assim?
-Mais ou menos. –Ofereceu a cadeira e ela se sentou. –Digamos que eu era o preferido da minha mãe e minha irmã Candice do meu pai. Quando me casei virei o filho rebelde para ambos, e como você deve ter percebido, meu pai tem um certo preconceito com a idade de Vanessa, o que é patético já que ela é apenas três anos mais nova do que eu.
-Pelo modo que ele se referiu a ela, deve ser apenas uma desculpa. Se eu não estou enganada, você me disse que sua esposa vem de uma família normal e não da burguesia como você.
-Eu sempre fiz o que queria e ele nunca se preocupou já que minha irmã trazia os troféus bobos da escola de artes cênicas para casa. A raiva dele é maior por que ele não queria me envolver nos negócios da família mesmo eu já estando formado, mas quando eu me casei, ele fora obrigado a dar minha parte da herança. Ele achou que eu iria vender ou fazer alguma idiotice, mas fiz justamente o contrário. Fiz sucesso e é isso que ele não aceita. Eu ter feito sucesso sem precisar da ajuda dele.
-Isso é egoísta.
-Coisa de família. –Sorriu. –Você sabe que meu relacionamento com Vanessa não começou do modo convencional e é isso que irrita toda a minha família. O que parecia ser uma loucura de adolescentes bêbados e irresponsáveis acabou dando mais certo do que o casamento dele com minha mãe que fora planejado até os últimos detalhes. Quando eu a pedi em casamento, todos achavam que não passava de uma brincadeira minha para irritar meu pai e tirar a atenção dele naquele jantar idiota de família. Estávamos em Nova York há apenas duas semanas...


Flashback 

-Eu não acho que eu deva ir. –Disse Vanessa enquanto Chace a ajudava com a jaqueta de couro.
-Não tem por que você não ir.
-É um jantar de família.
-E você é minha namorada, faz parte da família.–A abraçou por trás.
-Por favor... –Se afastou dele. –E se eles não gostarem de mim?
-Eles não tem por que não gostar, e se não gostarem, tem quem goste: Eu. –Sorriu.


-Palavras de conforto. –Zombou.
-Também te adoro, querida. –Pegou na mão dela e beijou delicadamente. –Vamos?
-Vamos. –Respondeu após um longo suspiro. Saíram de mãos dadas do apartamento de Chace que era dividido por eles. Depois de entrarem no carro de Chace, eles seguiram até a mansão da família Crawford onde estava sendo realizado o jantar. Depois de quinze minutos eles adentravam na festa e o sentimento de arrependimento se apoderou dela por não ter se produzido melhor. A sala de estar era grande com uma decoração contemporânea e os convidados estavam todos muito bem trajados com roupas de gala o que a fez se sentir um peixe fora d'água por estar de calça jeans, blusa de manga comprida preta, botas e uma jaqueta de couro. –Eu odeio você. –Sussurrou para o então namorado.
-Por que? –Perguntou apertando a mão dela.
-Se você tivesse me avisado, eu teria me produzido melhor.
-Não seja boba, querida. Eu disse para você se vestir como se sentisse confortável. Acha que essas mulheres não estão tremendo de frio apesar do aquecedor estar ligado e a lareira acesa? Isso não passa de uma competição de quem se vestiu melhor.
-E eu com toda a certeza, passo longe dessa lista.
-Isso não importa. –Ela tentou sair, mas ele a impediu. –Você não vai querer me deixar na mão, ainda mais agora que nos avistaram. –Virou a namorada. Uma mulher aparentando 40 anos se aproximava deles.
-Chace, querido. Como você cresceu. –A mulher apertou as bochechas dele.
-Tia Mandy, como é bom revela. –Abraçou a mulher. –Tenho a honra de apresentar-lhe minha namorada, Vanessa. –A morena saiu de trás de Chace.
-Olá. –Disse ela engolindo em seco.
-Olá, Vanessa. –A olhou de cima a baixo, fazendo a morena corar. –Sou Mandy, tia do Chace. –Estendeu a mão. –É um prazer conhecê-la. Meu sobrinho falou muito de você.
-O prazer é meu. –Pegou na mão da senhora.
-Está passando bem, querida? Está com a mão gelada.
-É o frio, tia. –Chance interrompeu-a. –Acabamos de chegar.
-Ora, querido, não faça cerimônia. A casa hoje é de toda a família. Leve-a para perto da lareira.
-Com toda a certeza, mas antes queria falar com a mamãe. Onde ela está?
-Está na cozinha vendo se está tudo em ordem. Seu pai não deu descanso há ela. Vou deixá-los sozinhos, chegaram mais convidados. Com licença. –Sorriu e saiu.
-O que você achou? –Ele perguntou a levando para perto da lareira.
-Bem simpática.
-Cordialidade forçada e totalmente falsa. A maioria dos que nos cumprimentarem serão assim. Não por você, mas por mim que sou a ovelha negra da família.
-Vou anotar isso. –Sorriu. Ele tentou beija-lá. –Não, aqui não. –Virou o rosto.
-Acho que somos o único casal que não troca beijos.
-Eu não disse que não nos beijaríamos, apenas disse que aqui não.
-E qual é a sua desculpa para os outros lugares? Não no aeroporto, não no avião, não no táxi, não no apartamento, não na praça, não no cinema, não no carro... Só recebo "não" de você.
-O que você quer? Perder nosso posto de casal anormal por um beijo bobo? –Tentou fazer piada.
-Só perdoo por que você é bonitinha. –Pincelou o nariz dela com o dedo.
-Bonitinha. –Repetiu. –Vou anotar isso também. –Sorriu. Ele a abraçou e ela viu por cima do ombro dele uma mulher loira de olhos claros de aproximando deles.
-Chace, querido! –A mulher exclamou fazendo-o se virar. Eles se abraçaram e ele deu um beijo na testa dela. –Senti sua falta, querido. Por que não deu notícias?
-Eu estava ocupado, mãe. Deixa eu te apresentar. Essa é Vanessa, minha namorada. –Sorriu.
-Oh, eu não sabia que você já tinha trocado a Alicia. Ela era tão boa moça.
-Você parece o Chris falando assim. –Ele revirou os olhos.
-Seu pai, Christopher. –Olhou Vanessa mais uma vez. –Desculpe querida, eu não quis parecer rude. É que eu não sabia que ele já tinha outra namorada. Sou Dana, é um prazer conhecê-la.
-O prazer é todo meu. –Disse sem jeito.
-Chegaram a muito tempo?
-Não, chegamos há pouco. –Ele respondeu. –Já podem servir o jantar. –Sorriu.
-Já vamos servi-lo. Agora só falta seu tio Carlos chegar. Ele ligou dizendo que já está vindo. Mas venham comigo, vou levá-los aos seus lugares.
-Nós não vamos sentar com vocês. Quero dizer, preferimos uma mesa a parte. Não vou aguentar toda essa farsa de novo.
-Tudo bem, meu filho. Eu sabia que você ia pedir isso. –Suspirou e encaminhou-os até uma mesa afastada da central com quatro cadeiras. –Vocês vão se sentar com Lucas e Nicky.
-Prefiro lidar com as verdades das crianças do que com as mentiras dos adultos. –Disse puxando uma cadeira para Vanessa sentar.
-Você se entende melhor com elas, não é filho? –Perguntou um homem de cabelos grisalhos de olhos claros.
-Ora, ora, quem está por aqui. O grande Chris. –Disse Chace debochado.
-E essa mocinha, quem é?
-Minha namorada.
-O que houve com a Alicia? Parecia uma moça de família.
-Não acho que seja da sua conta.
-Rapazes, por favor. Hoje não. –Pediu Dana.
-Não garanto nada, mãe.
-Com licença, vou cumprimentar os outros convidados. –Disse Chris antes de sair seguido por Dana.
-Grande família a minha, não acha?
-Uma família e tanto. –Suspirou recebendo um beijo na testa. –Quem são Lucas e Nicky?
-Meus primos pirralhos, mas não se preocupe. Eles são adestrados.

[...]

-Quero pedir a atenção de todos. –Disse Chris se levantando com uma taça na mão.
-Já vai começar a baboseira. –Sussurrou Chace abraçando Vanessa pelo ombro.
-Por favor, ele é seu pai. –Pediu Vanessa.
-Não deixa de ser um idiota.
-Chace. –O repreendeu.
-Até parece que você simpatizou com ele, amor.
-Me chamou de que? –Perguntou assustada.
-Amor. –Pegou na mão dela carinhosamente.
-Chace, por favor. Você sabe que é difícil pra mim. Eu não quero magoar você. –Disse com os olhos marejados.
-Estou fazendo o melhor que posso, Vanessa. Não forço beijos, não te abraço quando você não quer, nem beijo sua mão quando você não quer, não faço nada que você não me permita. Mas te chamar de amor? Não acha que está sendo muito radical? –Lágrimas começaram a rolar pela face da morena. –Não, não chora.
-Eu estou fazendo o melhor que eu posso. Não é fácil deixar de gostar de uma pessoa.–Fungou. –Eu te pedi tempo e paciência, mas se você não consegue esperar...
-Não, não diga isso. Eu só quero que você entenda que eu não posso lutar sozinho, você também tem que querer. Você está muito agarrada as lembranças. Eu quero te fazer esquece-lo, quero te fazer feliz. Quero poder ser o motivo do seu sorriso todas as manhãs e até mesmo o motivo de suas lágrimas, mas lágrimas de orgulho, de felicidade. Quero está sempre do seu lado, fazer parte da sua vida, construir uma história com você. Quero que você seja minha.
-O que você está tentando dizer? –Perguntou enxugando as lágrimas.
-Pedir na verdade. –Disse elevando o tom de voz. Se levantou chamando a atenção de todos e atrapalhando o discurso de seu pai. Se ajoelhou e pegou uma caixinha do bolso, fazendo todos arfarem. –Vanessa Anne Hudgens, quer me dar a honra de ser minha esposa?
-Oh, meu Deus... Eu... –Novas lágrimas molharam a face da morena. –Eu te faço esse favor. –Sorriu.
-Isso é um sim? –Perguntou com os olhos brilhantes.
-Sim, Chace. Sim, eu aceito. –Sorriu. Ele pôs o anel no dedo anelar direto dela e a ergueu. Depositou um beijo na bochecha molhada de Vanessa e a abraçou. Diversos aplausos soaram pelo salão, deixando-os constrangidos.
-Nossa, –Disse Mandy se aproximando deles. –eu nem sei o que dizer.
-Han, parabéns? –Questionou Chace fazendo piada.
-Parabéns noivos. –Falou os abraçando. –Se você tivesse me avisado, eu teria providenciado uma equipe para registrar esse momento.
-Não achei necessário. O importante é que ela aceitou. –A beijou na testa.
-Por favor, crianças. Vocês acabaram de ficarem noivos e nenhum beijo? Eu sei que são jovens, os hormônios estão à flor da pele. Um beijinho, sim?
-Tia, achamos melhor não. A Vanessa é tímida para beijos em lugares públicos. –‘E as escondidas também’ pensou ele.
-Mas nenhum beijinho sequer? Achei que os jovens ficassem mais desinibidos a cada ano.
-Nem todos. –Disse Chace cutucando Vanessa que sorriu.
-Só hoje, sim? Apenas um beijo, apenas para simbolizar o noivado.
-Não, nós não...
-Beija, beija, beija... –Pedia Mandy batendo palmas e logo os demais convidados fizeram o mesmo.
-Chace, não... –Vanessa pediu entre sussurros.

Fim do Flashback

-E vocês não se beijaram? –Perguntou Victoria.
-Não, ela não quis. Em seguida, minha mãe nos cumprimentou e meu pai perguntou se meu show havia acabado e se ele poderia continuar. Em respeito a minha mãe eu não disse nada, apenas me sentei com Vanessa. Após o discurso o resto da família tentou nos cumprimentar, mas para evitar a falsidade eu disse que queria apresentar a casa para Vanessa. Fomos para a área da piscina e lá comemoramos nosso noivado. –Sorriu lembrando-se.
-Deram enfim o primeiro beijo?
-Não consideraria um beijo. Foi um selinho de cinco segundos. Sei que foi difícil para ela fazer aquilo e eu consegui me contentar. –Riu acompanhado por ela. –O que foi cômico foi que estavam nos vigiando. Depois do selinho, ouvimos os gritinhos das minhas tias e da minha mãe. A Vanessa ficou vermelha.
-E quando foi o real primeiro beijo? No casamento?
-Não, não. Credo. –Riu. –Logo depois desse flagrante, nós fugimos da festa. O caminho foi silencioso. Quando chegamos ao apartamento, ela foi para o quarto dela e eu fui para o meu. No meio da noite, ela entrou no meu quarto chorando. Achei que era medo da chuva que caía do lado de fora, mas não. Alguma amiguinha dela mandou mensagens dizendo que havia visto o ex dela na sorveteria com uma mulher e que eles estavam bem à vontade. Tive que respirar fundo antes de dizer alguma coisa. Abracei-a e disse que ficaria tudo bem, por que ela também estava seguindo em frente. Ela chorou por uns trinta minutos. Quando enfim se acalmou, eu a beijei no rosto, afinal, pensei que ela já tivesse adormecido. Fiquei surpreso quando ela ergueu a cabeça e tomou meu rosto em suas mãos. Acho que foi o beijo mais terno que eu recebi de alguém.
-Foi o primeiro beijo de verdade de vocês, até entendo.
-Primeiro e único até o casamento. Até a lua de mel na verdade. No outro dia, eu achei que as coisas iriam mudar, mas me enganei feio. Graças a Buda, eu tenho muita paciência. –Riu.
-Oh, Buda. –Riu.
-Depois que meus pais viram que não era apenas uma brincadeira e que realmente estávamos casados, a situação mudou. Tive uma briga terrível com meu pai e por isso que eu e Vanessa nos mudamos para a China. Pedi minha parte da herança e ele me deu as terras. Eu não queria privar a Vanessa de nada, mas depois que ela perdeu o bebê, achei que seria melhor mudarmos para a Índia. Sabe, outra cultura, outros costumes.
-Eu sei e fico feliz que tenha dado tudo certo apesar de tudo. Eu só falei com sua esposa uma vez e achei ela uma pessoa simpática. Seus pais realmente são uns bobocas, desculpe falar isso.
-Eu sei. O que mais me irrita foi que minha mãe se deixou envenenar pelo meu pai que ela tanto odeia.
-E é por isso que o senhor os chama pelo nome?
-Eles odeiam quando eu faço isso em público. Acham uma falta de respeito, mas não podem fazer nada. Sou bem crescidinho e pago minhas contas. O mais irônico foi que minha avó, a única que todos tinham a certeza que iria odiar a Vanessa, foi a única que a aceitou. Ela nunca foi a favor do casamento dos meus pais, nem dos meus tios e muito menos suporta os namoradinhos da minha irmã. Ela nem gostava muito de mim ou de minha irmã por odiar minha mãe, mas foi a única que apoiou meu matrimônio. Lembro-me da recepção onde apresentei oficialmente a Vanessa como sra Crawford. Ela foi a única que não julgou a Vanessa por usar um vestido decotado, que na verdade eu escolhi. Acho que foi por isso que minha mãe se virou contra a Vanessa.
-Se um dia o sr pensar em se suicidar, lembre-se disso. –Sorriu.
-Eu vou lembrar, com toda a certeza. –Sorriu de volta.
-É melhor eu voltar para o meu "trabalho" –Fez aspas no ar. –antes que falem alguma coisa. Com licença.
-A vontade.

-----X-----

Um doce para vocês nesse dia tão especial, por que nossa borboleta favorita faz aniversário. Eu estou chocada, sério. ONTEM ELA ERA UM ESPERMA E HOJE JÁ TEM 25. HOW? HOW? HOW? Ok, parei. Desculpem a demora meninas. Eu fiquei de recuperação em história e fiquei indo pra escola por uma semana, mas aquele bendito professor não apareceu, (eu acordo muito cedo e tirava a tarde para dormir) então eu mesma me declarei de férias apesar de ficar com 3,0 pontos no boletim slaskalsklasklas. Esse capítulo mostrou um pouco da história de Chanessa e respondendo aos comentários, sim, a Vanessa se precipitou, mas tudo tem um por que, e não, não vou falar mais nada sobre isso. Enfim, espero que gostem e comentem.
Xx

4 comentários:

  1. adorei o capítulo flor =D
    mas...estou confusa...0.o
    eu não entendo o que aconteceu no passado com Vanessa,Zac e Chace....
    você poderia me explicar???
    posta mais,kisses

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  2. cara 25 anos, será q dá pra ela parar de crescer??
    amei amei amei amei tudo
    n demora pra postar não ok?
    amo vc!

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  3. Amei amei amei o capítulo!
    Perfeito como sempre.
    Achei fofa a história dos dois. Pelo menos, por enquanto.
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    Bjos

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